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1129 
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  - May - (251º)
DOI: 10.7162/S1809-977720120S1PO-082
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Seção: 11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA - Poster Otorhinolaryngology
Texto Text in English
PARALISIA FACIAL PERIFÉRICA ASSOCIADA À NEURITE ÓPTICA POR DOENÇA DE LYME
FACIAL PARALYSIS ASSOCIATED WITH OPTIC NEURITIS FOR LYME DISEASE
Author(s):
Ana Adelina Giantomassi Della Torre, Raquel Salomone, Liliane Satomi Ikari, Larissa Neri, Anna Carolina de Oliveira Fonseca, Ricardo Ferreira Bento
Resumo:

Objetivo: Descrever um caso de paralisia facial periférica por Doença de Lyme que evoluiu com neurite óptica, discutir a importância do diagnóstico e as complicações neurológicas da doença. Relato de caso: NSS, feminino, 29 anos, encaminhada para ambulatório com quadro de paralisia facial periférica (PFP) esquerda há três dias com piora progressiva, associado à cefaléia hemicraniana à esquerda, em uso de dexametasona e aciclovir. Ao exame: otoscopia: membrana timpânica integra e com brilho bilateralmente, rinoscopia e oroscopia sem alterações, Paralisia facial periférica esquerda House-Brackmann V. Outros pares cranianos sem alterações. Audiometria: dentro dos padrões de normalidade. Após três meses do inicio da PFP paciente retorna com queixa de "embaçamento visual" à esquerda há 10 dias e melhora da PFP. Ao exame: otoscopia: membrana timpânica integra e com brilho bilateralmente, Paralisia facial periférica esquerda House-Brackmann I, fundo de olho à esquerda: edema de papila, direita sem alterações, biomicroscopia: olho esquerdo; córnea com afilamento central e a direita normal. Exames laboratoriais: sorologia no sangue e no liquor(Elisa) para Lyme posivitiva. RM de crânio: espessamento do nervo óptico esquerdo, hipersinal em T2 em seus segmentos intra-orbitário, intra-canalicular e pré quiasmático. Paciente recebeu tratamento com ceftriaxona 2g dias por 21 dias, com melhora do quadro clinico. Conclusão: A paralisia facial periférica é a manifestação mais comum das complicações neurológicas por Doença de Lyme, no entanto, associada à neurite óptica se torna rara e seu prognóstico é excelente, porém se diagnósticada e tratada adequadamente.

Abstract:

OBJECTIVE: To describe a case of facial paralysis in Lyme disease who developed optic neuritis, discuss the importance of diagnosis and neurological complications of the disease. CASE REPORT: NSS, female, 29 years, referred for outpatients with peripheral facial paralysis (PFP) left three days ago and worsened progressively, associated with headache hemicranial left, dexamethasone and acyclovir. On examination, otoscopy, tympanic membrane integrates and shiny bilateral, rhinoscopy and oroscopy unchanged, left peripheral facial paralysis House-Brackmann V. Other cranial nerves unchanged. Audiometry: within normal limits. Three months after the beginning of the PFP patient returns complaining of "blurred vision" on the left for 10 days and improves the PFP. On examination, otoscopy, tympanic membrane and integrates brilliantly bilaterally, left peripheral facial paralysis House-Brackmann I, fundus left: papilledema, right unchanged, biomicroscopy: left eye, corneal thinning with normal right and center. Laboratory tests: serology in blood and cerebrospinal fluid (ELISA) for Lyme posivite. Brain MRI: thickening of the left optic nerve, hyperintense on T2 in their segments intraorbital, intra-canalicular and pre chiastic. Was treated with Ceftriaxone 2g day for 21 days, with improvement of the clinical picture. CONCLUSION: The facial paralysis is the most common manifestation of neurological complications of Lyme disease, however, associated with optic neuritis becomes rare and the prognosis is excellent, but if diagnosed and treated properly.

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